Consultores de Bolsonaro querem Forças Armadas mais atuantes nas fronteiras

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Uma presença maior das Forças Armadas na repressão ao crime organizado na fronteira do Brasil com países da América Latina é um dos pontos previstos nas 50 páginas de propostas para a segurança pública enviadas a Jair Bolsonaro, por meio do general da reserva Augusto Heleno, por um grupo informal de apoiadores civis e militares do presidente eleito, registra a Folha.

“Integrado por professores, engenheiros e cientistas sociais civis e militares da reserva das três Forças de Brasília e de outros estados, o grupo é voluntário e troca informações tanto em reuniões quanto por grupos do aplicativo Whatsapp.”

O plano lista medidas e em quanto tempo elas podem ser adotadas, variando de meses a anos. O trabalho da fiscalização nas fronteiras é considerado central para impedir entrada de armas e drogas destinadas principalmente ao Rio de Janeiro e a São Paulo.

“Para os consultores, a FAB (Força Aérea Brasileira) teria o papel mais efetivo nesse aspecto, por meio de fiscalização do espaço aéreo e da análise de imagens de satélite com o objetivo de impedir entrada de aviões e barcos.”

“Outras propostas são aumentar o uso de inteligência financeira para rastreamento de dinheiro usado por facções criminosas nas grandes cidades e o incentivo à aplicação de penas alternativas a condenados pela Justiça, a fim de abrir vagas no sistema penitenciário para presos considerados mais perigosos.”

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